quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Cadê o Novo Código Florestal?

Será que vem o novo código florestal?

Fortes pressões vindas da bancada ruralista e, diga - se de passagem, pressão correta e tardia, uma vez que se não decidido o rumo do novo código florestal ate 12 de junho do atual ano, aproximadamente 64% dos imóveis rurais do Paraná ficaram irregulares e inaptos a realizar qualquer tipo de financiamento, uma vez que não averbada a Reserva Legal junto a matricula do imóvel, todos os bancos ficam impedidos de liberar financiamento aos produtores.
O principal texto base elaborado no ano de 2010 pelo deputado Aldo Rebelo é provavelmente o que irá para votação, possívelmente com algumas alterações solicitadas pela bancada ambientalista. Segundo noticias vinculadas nos principais meios de comunicação do país, o texto irá para pauta na segunda quinzena de março, após o carnaval.
Até o presente momento a pegunta que se faz è: Cadê os ruralistas, que estão passivamente esperando o tempo (11/junho), chegar para então ficarem irregulares e começarem a brigar.
Ai sim será tarde e o que foi votado e acertado será valido, doa em quem doer...

Abraços.

segunda-feira, 8 de novembro de 2010

Novo Código Florestal pode ser votado ainda este ano


A Frente Parlamentar da Agropecuária não perdeu tempo e, apenas três dias após o segundo turno das eleições, traçou estratégias para votar, ainda neste mês, o projeto que modifica o Código Florestal (PL 1876/99). A proposta foi aprovada por comissão especial em julho.
Reunidos na quarta-feira (3) em um restaurante de Brasília, parlamentares ruralistas definiram que iriam conversar com as lideranças partidárias para que a proposta seja incluída na pauta do Plenário. Integrante da frente, o deputado Luís Carlos Heinze (PP-RS) diz que o objetivo é aprovar, sem modificações, o texto do relator na comissão especial, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP).
“A comissão especial foi criada e, por entendimento com a liderança do PT, do PSDB e também do próprio presidente Michel Temer, nós não votamos essa matéria durante o mês de junho, quando já tínhamos a matéria pronta na comissão especial, para não trazer esse assunto em pauta durante o período eleitoral”, explica.
Segundo o deputado, houve pedidos nesse sentido dos então candidatos presidenciais do PSDB e do PT. “Nós recuamos, esperamos, com o compromisso deles de que, em novembro, quando retornássemos aqui à Câmara, nós pudéssemos trazer esse assunto à pauta.”
Ambientalistas rejeitamA depender da Frente Parlamentar Ambientalista, no entanto, a proposta não será votada neste ano. É o que explica o coordenador da frente, deputado Sarney Filho(PV-MA). “Nós acreditamos que o compromisso assumido tanto pelo PSDB quanto pelo PT, de que não iriam concordar com a votação do Código Florestal que implicasse possibilidade de desmatamento e anistia dos desmatadores, nos deixa com certa tranquilidade”, diz Sarney. “Acho que essa votação neste ano está encerrada.”
Ele lembra que o compromisso foi assumido pela própria presidente eleita, Dilma Rousseff, e pelo presidente do PSDB, senador Sérgio Guerra (PE). Para este ano, Sarney Filho acha que é possível o início de um diálogo sobre pontos do Código Florestal que poderiam ser melhor esclarecidos, como o tratamento dado a áreas de produção já consolidadas. O texto de Aldo Rebelo, segundo o deputado do PV, poderia ser mais um ponto na discussão, mas não o único.
PreservaçãoDefendido por ruralistas e criticado por ambientalistas, o relatório de Aldo Rebelo prevê, entre outros pontos polêmicos, que propriedades até quatro módulos fiscais não precisarão cumprir os percentuais mínimos de preservação. A proposta prevê, ainda, que as terras em uso até julho de 2008 serão reconhecidas e regularizadas.
Na próxima semana, os líderes devem se reunir para definir a pauta do Plenário. Os trabalhos na Câmara estão trancados por dez medidas provisórias, que, por estarem com prazo de votação vencido, impedem a análise de outros projetos.
Projeto de Lei:
PL-1876/1999

quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Guanandi


Conversando com um companheiro estes dias e surgiu por parte dele a seguinte pergunta: Qual a vantagem de se plantar o Guanandi?
O guanandi é uma espécie nativa do Brasil e que está despontando como uma excelente alternativa, já que pode ser plantada em praticamente todo o território nacional. Para os interessados, segue abaixo a reportagem do site da reflorestar (
http://www.reflorestar.com.br/?gclid=CIfQmNmd9KQCFUPr7QodXwwjfw.)

A grande vantagem do guanandi, em relação ao eucalipto, teca e o mogno é que o guanandi é uma planta nativa do Brasil, com mais vantagens para o meio ambiente e a bio diversidade. Outra vantagem é que ocorre em todos os Estados brasileiros sendo versátil a todos os tipos de solos e climas, enquanto por exemplo, a teca só se da bem no Mato Grosso por questões climáticas e o mogno é atacado no mundo inteiro pela praga Hypsipyla grandela Zeller tornando impossível o seu cultivo.Quanto à comparação com eucalipto, embora madeira excelente para celulose e papel, é madeira inferior ao guanandi, este sim, madeira de Lei para movelaria fina, uso naval porque é imputrescível em contato com a água, reconhecido desde os tempos do império, tendo merecido o primeiro decreto imperial brasileiro em 1835, declarando o guanandi a primeira madeira de Lei do pais. Dessa forma, o eucalipto e o pinus são muito plantados para indústria de papel (Aracruz, Votorantin, Aracel, etc.) sendo cotado em torno de R$ 50,00 o metro cúbico, enquanto uma madeira de Lei como a Teca, o Guanandi e o Mogno tem valor de mercado em torno de U$$ 1.500,00 o metro cúbico, portanto um preço pelo metro cúbico 60 vezes maior que o eucalipto e o pinus.Enquanto as madeiras de Lei e nobres como o Guanandi, a Teca e o Mogno estão em extinção e são raras, sem a mínima possibilidade de suprimento da demanda (o que faz com que os preços no futuro cada vez mais aumentem), por outro lado, o eucalipto e o pinus tendem, no futuro, terem um excesso de produção, podendo seus preços se estabilizarem e até regredirem. Por isso, em termos de segurança de investimentos, além de melhores preços, vale mais a pena investir na raridade do guanandi do que em eucalipto, pinus, etc....

Penso que o guanandi é uma excelente alternativa, mais pode ser plantado juntamente com alguns talhões de pinus e eucalypto, afinal o mercado oscila e é sempre bom estar preparado.

Abraços......

segunda-feira, 30 de agosto de 2010

Dúvidas


Há momentos na vida, que por mais certeza que se tenha, a dúvida toma conta de quase tudo que acontece ou vai acontecer. Segundo o Aurélio, define - se dúvida como:


1. Falta de convencimento.
2. Dificuldade em acreditar.
3. Suspeita.
4. Receio.
5. Objecção!Objeção.
6. Ponto não decidido ou que se trata de resolver.
7. Crença vacilante.


Várias definições, mas quando estamos com dúvida apenas um pensamento, sobre o que vai acontecer e como vai acontecer. Várias indecisões e várias perguntas, muitas sem respostas é isso que a dúvida faz em nossas vidas, momentos incertos, sem respostas e sem saber o que fazer, parece e é muito estranho, apenas temos que fazer as coisas acontecerem. Não esperar e sim realizar.

A vida é uma surpresa diária, devemos sempre valorizar e amar as pessoas que estão ao nosso lado, devemos lutar e superar dificuldades, desafios e principalmente as dúvidas.


Vamos a Luta Pessoal!!!!!!!!!!!


Abraços....


terça-feira, 24 de agosto de 2010

Como é bom ser Criança..............


Hj na hora do almoço estava conversando com minha digníssima namorada, refletindo e procurando soluções para alguns problemas do dia a dia.
E chegamos a uma ligeira conclusão, de como era bom ser criança e quando somos "menores" nem percebemos isso. Ser criança é ótimo, dorme, come, brinca, não tem problemas, não se preocupa com nada, vive a vida de boa!!

Mas é meio estranho a vida mesmo, quando somos crianças queremos ser adultos e quando somos adultos entendemos ou percebemos o quando foi bom e é bom ser criança.

Como na vida tudo muda a cada novo momento algumas coisas que eram boas não são mais e o que era ruim, passa a ser ótimo........

Realmente muito estranho e intrigante, mas a vida é assim e por isso se torna interessante sempre lutar, mudar e se aperfeiçoar ao mundo e as pessoas que queremos bem.

Abraços!!

segunda-feira, 23 de agosto de 2010

CMN publica resolução sobre redução de carbono na agricultura


O Diário Oficial da União (DOU) de ontem (18/08/10) publicou a resolução do Conselho Monetário Nacional (CMN) que instituiu, no âmbito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), o Programa Agricultura de Baixo Carbono (Programa ABC) para reduzir a emissão de gases de efeito estufa na agricultura. O objetivo é financiar práticas sustentáveis no campo e reduzir os desmatamentos.A Resolução 3.896 disponibiliza um limite de crédito de R$ 1 bilhão do BNDES por beneficiário, a cada ano-safra, e mais R$ 1 bilhão da poupança rural do Banco do Brasil, para aplicação até 30 de junho de 2011. Os juros são de 5,5% ao ano e o prazo de pagamento varia de oito a 12 anos, com carência de um a seis anos, dependendo do objetivo.O dinheiro pode ser usado para financiar atividades de recuperação de áreas e pastagens degradadas, implantação e manutenção de florestas comerciais ou destinadas à recomposição de reserva legal, implantação de sistemas de integração entre lavoura, pecuária e floresta. A intenção do governo é ampliar, nos próximos dez anos, a área atual de pastagens recuperadas de 40 milhões de hectares para 55 milhões de hectares.

Crédito deve ser liberado em setembroO diretor de Economia Agrícola do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) Wilson Araújo, disse que a expectativa é que até setembro comecem a ser liberados aos produtores rurais os R$ 2 bilhões do programa Agricultura de Baixo Carbono (ABC), destinado a financiar práticas na lavoura que reduzam a emissão dos gases de efeito estufa. O Conselho Monetário Nacional oficializou no dia 17 de agosto a criação da nova linha de crédito.Apesar disso, ainda falta a publicação de uma portaria do Ministério da Fazenda sobre a equalização de juros, que são mais baixos para o programa (5,5%), e uma circular do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) comunicando como os agentes financeiros devem operar as novas linhas de crédito.Também foi aberto no dia 17 o Seminário de Difusão do Programa ABC, na Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa). Segundo o presidente da empresa, Pedro Arraes, o programa tem cinco pilares: plantio direto na palha, fixação biológica de nitrogênio, recuperação de pastagens degradadas e o sistema de integração lavoura-pecuária-florestas."O Brasil deu uma grande contribuição com propostas na COP-15 e agora dá exemplo de algumas políticas que estão sendo colocadas em prática", disse Arraes, referindo-se à participação brasileira na Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP-15), ocorrida em Copenhague, em dezembro de 2009.O secretário executivo do Ministério da Agricultura, Gerardo Fontelles, disse que o programa está voltado à sustentabilidade, o mesmo priorizado pelo governo. Fontelles e Arraes assinaram, no evento, com entidades representativas do plantio direto na palha, florestas plantadas e fixação biológica de nitrogênio, protocolos de intenção para o aperfeiçoamento e difusão das práticas que reduzam a emissão dos gases de efeito estufa.



Imagem: Toninho Anhaia

Governo adota novas medidas para conter aumento de contágios

  Em razão do significativo aumento no número de pessoas contaminadas pela Covid-19 no Paraná, o Governo do Estado produziu um novo instrume...