quinta-feira, 2 de fevereiro de 2012

Receita com exportações de aves do Paraná crescem 20,8% em 2011


As exportações de carne de frango do Paraná registraram novo patamar histórico no acumulado em 2011, somando US$ 2,04 bilhões, valor 20,86% superior ao alcançado em 2010 (de US$ 1,69 bilhão), de acordo com a Secretaria de Comércio Exterior (Secex), vinculada ao Ministério de Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

O motivo deste crescimento se dá, entre outros fatores, em função da elevação de 16,81% no preço médio do produto entre 2010 e 2011, em que a tonelada foi comercializada por US$ 1.692,54 e US$ 1.977,17, respectivamente. O câmbio favorável também contribuiu para que os números fechassem com saldo positivo. Atualmente, a carne de frango paranaense é comercializada para mais de 130 países em todo o mundo.

No volume, os embarques paranaenses totalizaram 1,03 milhão de toneladas, com acréscimo da ordem de 3,47% em relação ao ano anterior. O resultado é superior à média nacional, que foi de 2,01% de crescimento, e também dos outros estados produtores como Santa Catarina (2,28%) e Rio Grande do Sul (-4,71%).

"O Paraná tem hoje a avicultura mais avançada do país. Temos aqui tecnologias de ponta, cooperativas bem instituídas e novas empresas chegando, que devem acrescentar ainda mais oportunidades de avanços para o setor. Nosso objetivo é chegar, em breve, à liderança na exportação de carne de frango do país", afirma o presidente do Sindicato das Indústrias de Produtos Avícolas do Estado do Paraná (Sindiavipar), Domingos Martins.

Abate recorde

Maior produtor brasileiro de carne de frango, o Paraná também abateu um número recorde do produto em 2011, segundo dados do Sindiavipar. De janeiro a dezembro do ano passado, a produção fechou em 1,39 bilhão de cabeças, um crescimento de 5% em relação a 2010, quando foram abatidas 1,32 bilhão de cabeças. O peso acumulado das carcaças de frangos no último ano totalizou 3,07 milhões de toneladas, desempenho que alcança novo patamar histórico na série anual.

De acordo com os dados da União Brasileira da Avicultura (Ubabef), no acumulado do ano, foram produzidos no país 13,05 milhões de toneladas de frango, resultado que contribuiu para agregar ao Brasil o 3º lugar no ranking mundial de produção do item. As indústrias paranaenses foram responsáveis por 23,52% da produção nacional.

Do total produzido no Paraná, historicamente, um terço é destinado às exportações, enquanto o restante é absorvido pelo mercado interno. Em 2011, não foi diferente. Enquanto 1,03 milhão de toneladas foram embarcadas, 2,03 milhões de toneladas permaneceram no Brasil.

"O mercado interno continua aquecido. Em 2011, o consumo per capita de carne de frango atingiu 47,4 quilos, contra 44 quilos em 2010. E a tendência é que ele se fortaleça cada vez mais com a elevação do salário mínimo, o que deve colocar mais frango na mesa das classes menos favorecidas", completa Martins.

Fonte: Globo Rural - 01/02/2012

quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Ativos ambientais deveriam ter preço, sugere ONU

Determinar o custo que atividades produtivas causam ao ambiente e dar valor aos serviços que ecossistemas prestam à sociedade são duas recomendações de um relatório de 101 páginas da ONU e que deve inspirar as negociações da Rio+20, a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável em junho, no Rio.

Os governos deveriam sinalizar preços para a sustentabilidade e, assim, orientar investimentos públicos e privados. Isso significa tanto atribuir um preço ao carbono como eliminar subsídios a combustíveis fósseis por causa dos danos ambientais que seu uso provoca, afirma o estudo "Pessoas Resilientes, Planeta Resiliente: Um Futuro que Vale Escolher", apresentando ontem, na Etiópia, ao secretário-geral da ONU Ban Ki-moon.

O relatório foi produzido por uma comissão de especialistas criada em 2010 por Ban Ki-moon para que desenvolvimento sustentável e economia de baixo carbono se tornem conceitos mais concretos. O Painel de Alto Nível tinha 22 chefes e ex-chefes de Estado, ministros, empresários e representantes da sociedade civil. A ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, é uma das integrantes do grupo, que fez 56 sugestões em temas que vão de educação à criação de empregos, do manejo de recursos naturais ao fortalecimento da governança ambiental.

O relatório dá exemplos do que sugere. Sistemas de pagamentos por serviços ambientais, por exemplo, vêm sendo implementados nos Estados Unidos, China, Quênia e México. O programa Bolsa Verde brasileiro, que tenta erradicar a miséria e recompensar quem preserva a floresta, também é citado.

Um dos pontos fortes do relatório é sugerir aos governos que estabeleçam padrões de produção e de exploração de recursos naturais de maneira sustentável. Para medir os avanços, a sugestão é que se crie um Índice de Desenvolvimento Sustentável até 2014.

O relatório enfatiza ainda a necessidade de uma base científica forte para as propostas de governança e desenvolvimento sustentável, com a publicação de um estudo anual sobre o uso de recursos naturais no mundo e que pudesse produzir indicadores de acompanhamento e metas de redução dos impactos. "É interessante, uma espécie de IPCC do desenvolvimento sustentável", diz Aron Belinki, integrante do comitê facilitador da sociedade civil para a Rio+20, referindo-se ao órgão científico que deu "densidade às questões de mudança do clima e a base para propostas aos governos."

Fonte: http://clippingmp.planejamento.gov.br/cadastros/noticias/2012/1/31/ativos-ambientais-deveriam-ter-preco-sugere-onu

terça-feira, 31 de janeiro de 2012

Eucalipto desponta como importante fonte de renda em MG


Em uma fazenda no município de São Sebastião do Oeste, centro oeste de Minas Gerais, há 1.400 hectares de eucalipto. A produção é vendida para o setor da construção civil.

No Brasil, segundo o Ministério da Agricultura, a área plantada com eucalipto aumenta todos os anos em 300 mil hectares. Isso acontece porque é cada vez maior o número de produtores rurais que utiliza madeira para diversificar a renda no campo.

Na fazenda Campo Alegre, município de Itapecerica, no lugar da lavoura de milho, o agricultor Amilton Naves plantou eucalipto e braquiária. Enquanto as árvores crescem, o produtor usa a área como pastagem.

As pecuárias de corte e de leite sempre foram as principais atividades, mas há dois anos o eucalipto ganha cada vez mais espaço. “Hoje temos 25 hectares plantados e o objetivo é aumentar o plantio em 10 hectares por ano. A gente acredita que o eucalipto a longo prazo vai ser uma das grandes atividades para o produtor rural devido à alta demanda para madeira na construção civil”, explica.

No leste de Mato Grosso do Sul, em Três Lagoas, a 340 quilômetros de Campo Grande, durante muitos anos, o município se destacou por ter um dos maiores rebanhos bovinos do estado. Agora, as pastagens foram substituídas em boa parte por florestas de eucalipto.

Armando Almeida é produtor rural há 30 anos. Quando comprou a propriedade de dois mil hectares teve como atividade principal a pecuária. Há oito anos, a pastagem estava degradada, dominada por uma praga e precisava de reforma. Foi quando surgiu a alternativa do eucalipto.

Hoje, Armando tem 1.200 hectares de florestas plantadas. A primeira colheita já foi feita e ele pretende prorrogar por mais sete anos o contrato com a fábrica de celulose.

As florestas de eucalipto ocupam uma área de 1,160 milhão de hectares no município. A produção é consumida por duas indústrias: de papel e de celulose. Uma terceira, também de celulose, já está se instalando na região e deve começar a funcionar no segundo semestre deste ano.

A instalação das fábricas teve incentivos fiscais, como a isenção do ICMS, mas a economia do município por outro lado se beneficiou e o movimento do comércio aumentou.

Márcio Neves é um exemplo das pessoas que tiveram aumento na renda. Antes, ele trabalhava em uma indústria do setor têxtil e ganhava R$ 600 por mês. Agora, é operador de colheitadeira e o salário subiu para R$ 2 mil. “Estou feliz profissionalmente, a remuneração e a qualidade de vida estão muito boas”, comemora.

Fonte: Globo Rural / G1

sexta-feira, 27 de janeiro de 2012

Indústria eólica deve movimentar R$ 28 bi até 2014 no Brasil


O avanço da economia brasileira vem exigindo um aumento nos investimento em geração de energia, tanto de fontes tradicionais, como a hidroelétrica, como daquelas provenientes de fontes limpas e renováveis. Desde 2009, os leilões já contrataram 7,2 gigawatts (GW) de energia eólica, o que deve resultar em um aporte de R$ 28 bilhões até 2014, segundo dados da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeolica).

"Hoje, a fonte de energia eólica é uma das mais competitivas do mercado, sem contar que não causa grandes impactos ao meio ambiente", afirmou a presidente da entidade, Élbia Melo, ao DCI.

Ela explica que estudos recentes apontam que o Brasil tem potencial para produzir até 300 GW de energia eólica, muito mais do que o montante contratado nos últimos anos. "Estamos em uma fase muito incipiente dos leilões. Porém, temos conseguido vender cerca de 2 GW por ano e a tendência é que esse número aumente ainda mais", acredita Melo.

A economista destaca que a perspectiva para o setor, do ponto de vista dos leilões, é boa. "Precisamos de 2 GW por ano para manter a cadeia produtiva. As contratações estão de acordo com as necessidades", diz. Ela também acredita que os contratos deverão se manter, e até aumentar, para o futuro, uma vez que a exploração de hidroelétricas, hoje a principal fonte de energia do País, devem se esgotar nos próximos 15 anos.

O aprimoramento da tecnologia também contribuiu para que o custo da construção dos parques eólicos caísse drasticamente. "Hoje, o preço de uma linha de transmissão eólica custa cerca de R$ 3,5 milhões por megawatt (MW) instalado. Há alguns anos, esse custo era quase 50% maior", afirma Melo.

O Nordeste e o Sul do País são as regiões que mais recebem investimentos do setor. Segundo a presidente da Abeeólica, a distribuição dos ventos brasileiros é boa, principalmente nesses locais, com destaque para Rio Grande do Norte, Ceará e Bahia, que, nesta ordem, possuem o maior montante de energia eólica contratada. Já o Rio Grande do Sul tem, disparado, o maior potencial de produção entre os seus vizinhos.

Melo ressalta que, entre os estados que mais produzem energia eólica, irá se sobressair aquele que oferecer o melhor conjunto de incentivos. "Não estamos falando de guerra fiscal, mas de licenças ambientais, infraestrutura e logística. Trata-se de uma indústria intensiva em capital e tecnologia", diz. Hoje, o Brasil possui 8,4 mil MW de energia em operação, contratada e em construção, o que representa algo em torno de 1% da geração de energia no País.

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Produtividade agrícola do Brasil cresce mais do que a mundial


O Brasil lidera a produtividade agrícola na América Latina e Caribe e apresenta índices de crescimento acima da média mundial, segundo estudo da Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) de 2011. Os dados da OCDE mostram também que junto com o Brasil, China, África do Sul e países do Leste Europeu são os que apresentam as maiores taxas de crescimento da produtividade.

O movimento é contrário ao verificado no resto do mundo, especialmente entre os países desenvolvidos que apresentam decréscimo nas taxas de produtividade. Enquanto países como França, Inglaterra e Estados Unidos crescem abaixo da média histórica de 1,48% ao ano, verificada no período que compreende os anos de 1961 e 2007, o Brasil pressiona o crescimento produtivo agrícola na América Latina. O crescimento anual da produtividade do Brasil é de 3,6% ao ano, comparativamente aos 2,6% da América Latina, 0,86% dos países desenvolvidos e 1,98% para o conjunto de países em desenvolvimento.

Pelo menos três fatores contribuem para esses resultados, na avaliação do coordenador geral de Planejamento Estratégico do
Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA), José Garcia Gasques. O avanço na área da pesquisa, liderada pela Embrapa, é considerado preponderante no aumento da produtividade da agricultura brasileira. Aliado a isso, o aumento das exportações também contribuiu, assim como a variação positiva dos preços internos e ampliação do crédito rural. O Ministério da Agricultura está atento a esse cenário positivo e vem trabalhando na implementação de políticas para a área.

Resultados ainda preliminares sobre as projeções mostram que, até 2022, a produção de grãos deverá aumentar 22%. A soja é a cultura que vai puxar esse crescimento, com média de 2,3% ao ano, seguida do trigo (1,9%) e do milho (1,8%). O segmento de carnes também terá desempenho positivo, com incremento na produção de 40% nos próximos 10 anos. A carne de frango deverá liderar o ranking com estimativa de crescimento de 4,2% ao ano, seguida da carne bovina e suína, com 2% ao ano, cada segmento. "Esses dados são importantes porque exigem um conjunto de ações e medidas que o governo deverá adotar para que as projeções se concretizem, especialmente no aprimoramento da política agrícola e no direcionamento dos instrumentos para a concessão de crédito", salienta.

O técnico destaca também o fato de o crescimento da produtividade agrícola ocorrer sem a ampliação, nas mesmas proporções, da área cultivada, reforçando a importância do incentivo à inovação e pesquisa que o Ministério da Agricultura vem dando à área. Um exemplo disso é o Plano de Emissão de Agricultura de Baixo Carbono (ABC), que incentiva a produção de várias culturas numa mesma área. Hoje, o país detém 65,3 milhões de hectares de áreas plantadas, sendo 50 milhões em grãos e o restante em hortaliças.

Fonte: http://www.clippingexpress.com.br/ce2//?a=noticia&nv=5shgz2D90XtsnIhnlivjsg

quarta-feira, 25 de janeiro de 2012

Paraná resgata Congresso Florestal

A Associação Paranaense de Empresas de Base Florestal (APRE) com o apoio dos principais cursos de Engenharia Florestal do Estado e de instituições como a Embrapa Florestas e a Federação das Indústrias do Estado do Paraná (Fiep) iniciaram as discussões para realizar o IV Congresso Florestal do Paraná. O evento será de 10 a 14 de setembro 2012, 21 anos após o último encontro estadual do setor. Com o tema “Gestão Florestal – Produção, Conservação e Uso”, o congresso pretende resgatar o debate e a articulação entre profissionais, acadêmicos, estudantes, setores privado e público quanto à atividade florestal do Paraná, umas das mais desenvolvidas do país.


No encontro realizado em Curitiba, no dia 11 de fevereiro de 2011, representantes da APRE, da Universidade Federal do Paraná, da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, da Universidade Estadual do Centro Oeste, da Embrapa Florestas e das Associações de Classe de Engenheiros Florestais do Paraná, definiram a estrutura do evento.

O congresso pretende colocar em debate temas como infraestrutura e logística, cenários do mercado, plataforma agroenergética do Governo Federal e programas de certificação. Até março, serão anunciados os nomes dos presidentes de honra e do congresso, coordenadores técnico/científico e administrativo, secretário e tesoureiro.

Fonte: http://www.congressoflorestalpr.com.br/noticia.php?id=25&back=1

terça-feira, 24 de janeiro de 2012

Unidades de Conservação receberam mais de 24 mil visitantes na temporada


Uma boa opção para se divertir e aproveitar o verão ao ar livre é visitar os parques estaduais. São 28 unidades de conservação mantidas pelo Instituto Ambiental do Paraná (IAP) e localizadas em todas as regiões do Estado, que estão abertas à visitação pública.

Além de preservar o ecossistema local, as unidades atraem turistas de todos os lugares do mundo. Do total de parques, 11 receberam um aumento do efetivo de pessoal para dar melhor atendimento aos visitantes, além de um reforço no material de conscientização ambiental e divulgação, distribuído durante a Operação Verão.

Do início da temporada, no dia 16 de dezembro, até o último dia 2, as unidades que estão trabalhando de forma especial no verão atraíram mais de 24 mil visitantes. “Os parques que receberam esse reforço de pessoal e material são aqueles que, historicamente, apresentam um aumento considerável no número de visitantes nessa época do ano”, explica o coordenador da Operação Verão do IAP, Doraci Oliveira.

O local mais procurado durante a temporada é a Ilha do Mel, no Litoral do Estado. Pertencente ao município de Paranaguá, a ilha é tombada como Patrimônio Histórico e Artístico do Estado e possui um Parque Estadual e Estação Ecológica que cobre 95% do seu território e preserva a biodiversidade local. Em menos de um mês a Ilha do Mel atraiu mais de 15 mil visitantes, uma média de 2500 pessoas por dia.

Ainda no litoral, o Caminho do Itupava é outro atrativo bastante visitado na região. O caminho é uma trilha de 22 quilômetros que fica entre os municípios de Quatro Barras e Morretes, na região da Serra do Mar. O trajeto preservado foi construído em 1625 para ligar o litoral ao interior do Estado. Além das paisagens naturais, os visitantes também podem contemplar o Santuário de Nossa Senhora do Cadeado e a Casa do Ipiranga. Nessa temporada o caminho já recebeu mais de 800 visitantes.

O Caminho do Itupava liga dois parques estaduais de grande relevância para a conservação da biodiversidade e importantes pontos turísticos da região, que são o Parque Estadual do Marumbi (Morretes) e o Parque Estadual da Serra da Baitaca (Quatro Barras). Ambos atraíram mais de 1.200 visitantes nesse período.

Outra unidade de conservação que atrai muitos turistas é o Parque Estadual de Vila Velha, em Ponta Grossa. Com mais de três mil hectares, o parque conserva uma das poucas áreas de cerrado do Estado, além de formações rochosas formadas há milhares de anos pelo vento, furnas (grandes crateras com vegetação) e a Lagoa Dourada, que recebeu esse nome por refletir a cor durante o por do sol. O parque atraiu nessa temporada mais de 4.500 visitantes.

INVESTIMENTOS – Em 2011 o IAP investiu mais de R$ 6 milhões em reformas de revitalização nas Unidades de Conservação de Proteção Integral. Os recursos são oriundos de medidas compensatórias de empreendimentos que causam algum impacto ambiental. Ao todo, nove unidades de conservação receberam melhorias na infraestrutura para atender os visitantes.

Foram revitalizados os parques estaduais do Monge, Marumbi, Cerrado, Rio Guarani, Vila Velha, Rio da Onça e o Caminho do Itupava. O Parque Estadual do Ibicatu também foi ampliado em 430% com a doação de áreas nos municípios de Centenário do Sul e Porecatu. Já o Parque Estadual da Serra da Baitaca recebeu um mutirão de voluntários para restaurar a trilha muito usada por montanhistas e escoteiros.

Alguns parques como o Monge e o Marumbi ainda estão em processo de revitalização, com a conclusão prevista para o segundo semestre de 2012. Outras unidades, como as pertencentes à Ilha do Mel, passarão por revisão e criação do plano de manejo. No Parque Estadual da Ilha do Mel o manejo está sendo planejado, enquanto a Estação Ecológica terá o seu plano revisado. Ambos devem ser finalizados ainda no primeiro semestre desse ano.

A previsão de investimento para 2012 é de aproximadamente R$ 5 milhões em obras de reformas nos demais parques estaduais. “Nós também precisamos investir nos parques para poder receber mais estudantes e universidades que fazem pesquisas de campo em nossas unidades. Esses estudos são fundamentais para que possamos preservar cada vez mais a biodiversidade de cada região do Estado”, explica o diretor de Biodiversidade e Áreas Protegidas do IAP, Guilherme Vasconcellos.

Segundo o presidente do IAP, Luiz Tarcísio Mossato Pinto, investir na melhoria dos parques estaduais é fundamental para que eles atraiam cada vez mais visitantes. “Os parques ficaram esquecidos durante muito tempo e as visitações não foram incentivadas pelo IAP. Acredito que podemos promover um turismo ecológico nas nossas unidades de conservação, com o apoio da Secretaria de Turismo, para que o atendimento ao público melhore. Temos muitos lugares bonitos no Estado ainda pouco conhecidos”, afirmou Mossato Pinto.

Fonte: IAP

Governo adota novas medidas para conter aumento de contágios

  Em razão do significativo aumento no número de pessoas contaminadas pela Covid-19 no Paraná, o Governo do Estado produziu um novo instrume...